Escrito pelo pessoal de pesquisas da revista National Vanguard
PO Box 330, Hillsboro, West Virginia 24946 USA. FAX# 304-653-4690
Não existe poder maior
no mundo hoje do que aquele possuído pelos manipuladores da opinião
pública nos Estados Unidos. Nenhum rei ou papa do passado, nenhum
general conquistador ou alto sacerdote jamais
possuiu um poder sequer remotamente próximo
àquele das poucas dúzias de homens que controlam a mídia
de massa de notícias e entretenimento
norte-americana.
O poder deles não é
distante e impessoal; ele atinge cada lar dentro dos EUA, e
executa seu trabalho durante praticamente todas as horas. É o poder
que modifica e molda a mente de virtualmente
todos os cidadãos, jovens ou velhos, ricos ou pobres,
simples ou sofisticados.
A mídia de massa forma
uma imagem do mundo para nós e então nos diz o que pensar
sobre esta imagem. Essencialmente
tudo o que sabemos ou pensamos que sabemos
sobre eventos fora de nosso bairro ou círculo de conhecidos vem
até nós via nosso jornal diário,
nossa revista semanal de notícias, nosso rádio, e nossa televisão.
Não é só
a supressão de certas notícias de nossos jornais ou a clara
propaganda de "docudramas" distorcedores
da história o que caracteriza as técnicas de manipulação
de opinião dos mestres da mídia.
Eles cuidam tanto a sutileza quanto a completidão no seu
cuidado da mídia e do entretenimento que nos apresentam.
Por exemplo, o jeito que a notícia
é coberta: quais itens são enfatizados e quais são
subestimados, a escolha de palavras do repórter, seu tom de voz,
e expressões faciais; as palavras
das manchetes; a escolha das ilustrações; todas estas coisas
afetam inconscientemente mas profundamente
o modo com o qual interpretamos o que vemos
ou ouvimos.
Acima de tudo, claro, os colunistas
e editores removem qualquer dúvida remanescente
de nossas mentes dizendo o que devemos pensar sobre tudo isso. Empregando
técnicas psicológicas cuidasamente
desenvolvidas, eles guiam nosso pensamento e opinião para
que assim estejamos em ligação "com" a multidão, com
"as pessoas bonitas", com "os ricos espertos".
Eles nos fazem saber nos mínimos detalhes qual deveria ser nossa
atitude em relação a vários tipos de pessoas e comportamentos
no contexto de um drama ou novela e fazendo
os outros personagens reagirem a ele do jeito Politicamente
Correto.
Moldando as Mentes
Por exemplo, um casal de raças
diferentes será respeitado, admirado e socialmente
invejado pelos outros personagens, como o será um estudioso ou homem
de negócios negro, um homossexual
sensível e talentoso, ou um imigrante ilegal do México pobre
mas honesto e trabalhador. Diferentemente, um "racista" que seja branco,
isto é, qualquer branco consciente
de sua raça que não vê com bons olhos a situação
racial norte-americana e a projeção
de se tornar minoria em seu próprio país, é mostrado,
na melhor das hipóteses, como um desprezível
fanático intolerante que é insultado pelos
outros personagens ou, na pior, como um psicopata perigoso, fascinado por
armas de fogo, uma ameaça a todos
os bons cidadãos guardiões das leis. O branco racista "louco
por armas", de fato, já se tornou um estereótipo familiar
nos programas de TV.
Para o cidadão comum,
de cuja vida diária o hábito de olhar TV toma um tempo tão
grande, distingue entre estas situações fictícias
e a vida real com dificuldade, se chega a
fazer esta distinção. Eles responde às ações,
afirmações e atitudes dos atores da TV,da
mesma maneira que faria com seus amigos na vida real. Para pessoas demais
o mundo real foi colocado de lado, sendo
a falsa realidade do ambiente da TV posta no seu
lugar, e é em relação a esta falsa realidade que seu
desejo de conformar-se responde. Assim, quando
o roteirista de um programa de TV exprime aprovação de algumas
idéias e ações e desaprovação de outras
através dos personagens sobre os quais ele
escreve, ele exerce uma influência poderosa em milhões de
telespectadores, produzindo conformidade
com as opiniões expressas em seu trabalho.
E da mesma maneira que isso
acontece com os programas de entretenimento da TV,
também é assim com as notícias, transmitidas pela
televisão ou impressas. O que é
insidioso sobre esta forma de controle do pensamento é que mesmo
quando percebemos que os programas de entretenimento
ou as notícias são preconceituosas, os
mestres da mídia ainda assim conseguem manipular a maioria de nós.
Isto acontece porque eles não apenas
dão sua opinião sobre o que apresentam, mas estabelecem
limites tácitos e regras do espectro permissível de opiniões.
Como um exemplo, considere o
tratamento dado pela mídia às notícias do Oriente
Médio. Alguns editores e comentaristas são servilmente pró-Israel
em cada palavra, enquanto outros parecem
maios ou menos neutros. Ninguém, entretanto, ousa sugerir
que o governo dos Estados Unidos está ajudando o lado errado no
conflito árabe-judeu e que serve mais
aos interesses judaicos do que aos interesses americanos o envio de
forças americanas para destruir o Iraque, o principal rival de Israel
no Oriente Médio. Assim. um espectro
de opiniões permissíveis, de pró-Israel para quase
neutro, é estabelecido.
Outro exemplo é o tratamento
dispensado pela mídia aos problemas raciais nos Estados Unidos.
Alguns comentaristas aparentam ser praticamente sem paixão ao transmitir
notícias sobre problemas raciais, enquanto outros tomam partido,
sempre do lado dos não-brancos. Entretanto, todos os porta-vozes
da mídia, sem exceção, afirmam que o "multiculturalismo"
e a miscigenação estão aqui para ficar, e que são
coisas boas.
Por que existem diferenças
em graus, entretanto, a maioria dos cidadãos não percebe
que estão sendo manipulados. Mesmo a pessoa que reclama sobre "notícias
controladas" cai na armadilha de pensar que, já que lhe é
apresentado um espectro aparente de opiniões,
ele pode escapar da influência dos controladores de opinião
acreditando no editor ou comentarista de sua escolha. É uma situação
de "par eu ganho, ímpar você
perde". Cada ponto no espectro permissível da opinião pública
é aceitável para os mestres
da mídia, e nenhum fato ou ponto de vista impermissível vai
receber qualquer cobertura, se puderem evitá-lo.
O controle da mídia formadora
de opinião é praticamente monolítico. Toda a mídia
controlada, televisão, rádio, jornais, revistas, livros,
filmes, falam a uma só voz, um reforçando
o outro. Apesar da aparência de variedade, não existe nenhuma
dissidência verdadeira, nenhuma fonte
alternativa de fatos ou idéias acessível para a grande massa
do povo que lhe permitiria formar opiniões diferentes daquelas dos
mestres da mídia. Uma única
visão de mundo é apresentada ao povo, um mundo onde cada
voz proclama a igualdade das raças,
a natureza inerrante do conto do "Holocausto" judeu, que afirma
a maldade que seria tentar colocar um fim à inundação
de estrangeiros não-brancos que passa
pelas nossas fronteiras, o perigo que é permitir que os cidadãos
possuam e possam usar armas, a equivalência
moral de todas as orientações sexuais, e que uma
sociedade "pluralista' e cosmopolita é melhor que uma sociedade
homogênea. É uma visão
de mundo arquitetada pelos mestres da mídia que se encaixa com seus
objetivos, e a pressão para aderir
a esta visão é irresistível. As pessoas adaptam suas
opiniões a ela, votam de acordo com
ela, e mudam suas vidas para se conformar com ela.
Mídia de Notícias Eletrônicas & Entretenimento
A desregulação
continuada da indústria das telecomunicações por parte
do governo não resultou no proclamado "aumento da competição",
mas numa onda de fusões e aquisições
de conglomerados que produziram uns poucos conglomerados da mídia
multibilionários. Sempre que você assiste à TV, seja
de uma estação local ou via cabo
ou satélite; sempre que você vê um filme ou peça
no teatro ou em casa; sempre que você
escuta ao rádio ou a músicas gravadas, sempre que lê
um jornal, livro ou revista, é bem
provável que a informação ou diversão que você
recebe foi produzida e/ou distribuída
por alguma destas megacompanhias da mídia.
O maior conglomerado da mídia
hoje é a Walt Disney Company, cujo presidente e
diretor administrativo, Michael Eisner, é judeu. O império
Disney, liderado por um homem descrito por
um analista da mídia como "um louco por controle" [control
freak], inclui várias companhias de produção televisiva
(Walt Disney Television, Touchstone Television,
Buena Vista Television), sua própria rede a cabo com 14
milhões de assinantes, e duas companhias de produção
de vídeos.
Quanto a filmes, o Walt Disney
Picture Group, chefiado por Joe Roth (também judeu), inclui Touchstone
Pictures, Hollywood Pictures, e Caravan Pictures. Disney também
é a dona da Miramax Films, administrada pelos irmãos
Weinstein, que produziram filmes obcecados por sexo como The Crying Game,
Priests, e Kids.
Quando a Companhia Disney era
administrada pela família gentia Disney antes de sua
tomada por Eisner em 1984, ela defendia entretenimento completo, para a
família. Apesar de ainda ter os direitos
de "Branca de Neve", sob Eisner a companhia se
expandiu para a produção de sexo e violência. Em adição
à TV e filmes, a corporação
é dona da Disneyland, Disney World, Epcot Center, Tokyo Disneyland,
e Euro Disney.
A Disney também vende
anualmente bem mais de um bilhão de dólares de produtos de
consumo: livros, brinquedos, e roupas. Em agosto de 1995, Eisner adquiriu
Capital Cities/ABC, Inc., para criar um império
da mídia com vendas anuais de $16,5 bilhões.
Capital Cities/ABC é dona da ABC Television Network, que por sua
vez é dona de dez estações
de TV em mercados grandes como Nova York, Chicago, Filadélfia, Los
Angeles e Houston. Em adição, tem 225 estação
afiliadas nos Estados Unidos e é dona
de parte de várias companhias de TV européias.
A subsidiária a cabo
da ABC, ESPN, é chefiada pelo presidente e diretor
administrativo Steven Bornstein, que é judeu. A corporação
também tem a parte controlante das
companhias a cabo Lifetime Television e Arts & Entertainment Network
. A ABC Radio Network é dona de 11 estações de rádio
AM e dez FM, novamente em grandes cidades como Nova York, Washington e
Los Angeles, e tem mais de 3.400 estações
afiliadas.
Apesar de ser primariamente
uma companhia de telecomunicação, a Capital Cities/ABC ganhou
mais de $1 bilhão com a indústria editorial em 1994. É
dona de sete jornais diários, da Fairchild Publications (Women's
Wear Daily), da Chilton Publications (manuais
automotivos), e do Diversified Publishing Group.
Time Warner, Inc., é
o segundo dos leviatãs da mídia internacional. O presidente
da mesa e diretor administrativo, Gerald
M. Levin, é judeu. A subsidiária da Time
Warner HBO é a maior rede de TV a cabo paga do país.
Warner Music é de longe
a maior companhia fonográfica do mundo, com 50 marcas, a maior das
quais é Warner Brothers Records, chefiada por Danny Goldberg. Stuart
Hersh é presidente da Warnervision, a unidade de produção
de vídeo da Warner Music. Goldberg
e Hersch são, os dois, judeus.
Warner Music foi uma das primeiras
companhias a promover "gangsta rap." Através de seu envolvimento
com a Interscope Records, ajudou a popularizar o novo tipo de
música cujas letras urgem explicitamente os negros a cometer atos
de violência contra brancos.
Em adição à
TV a cabo e música, a Time Warner está profundamente envolvida
com a produção de filmes, (Warner Brothers Studio) e com
a indústria editorial. A divisão
editoral da Time Warner (editor-chefe Norman Pearlstine, judeu) é
a maior editora de revistas do país.
(Time, Sports Illustrated, People, Fortune).
Levin pode se tornar logo o
magnata da mídia número 1 se o acordo planejado com a
Turner Broadcasting System for completado. Quando Ted Turner, o gentio
independente da mídia, fez uma oferta para comprar a CBS in 1985,
houve pânico nas mesas diretoriais
da mídia através da nação. Turner fizera uma
fortuna com marketing e então construíra
uma rede notícias por TV a cabo, a CNN. Apesar de Turner empregar
vários judeus em posições executivas chave na CNN,
e jamais ter tomado posições
públicas contrárias aos interesses judaicos, ele é
uma passoa com um grande ego e com uma personalidade
forte, e era considerado pelo Presidente William Paley e outros
judeus na CBS como incontrolável: um canhão solto que poderia
algum dia se voltar contra eles. Além
disso, o jornalista judeu Daniel Schorr, que trabalhara para Turner,
acusou publicamente seu ex-chefe de menter uma antipatia pessoal contra
os judeus.
Para bloquear a oferta de Turner,
os executivos da CBS convidaram o bilionário
magnata judeu dos teatros, hotéis, seguros e cigarros Laurence Tisch
para executar uma tomada "amigável"
da companhia, e de 1986 até 1995 Tisch foi o presidente e
diretor administrativo da CBS, removendo qualquer ameaça de influência
não judaica lá. Esforços
subseqüentes de Turner para adquirir uma grande rede foram obstruídas
pela Time Warner de Levin, que é dona
de quase 20% das ações da CBS e tem poder de
veto sobre grandes negócios.
Assim, apesar de ser um inovador
e conseguir manchetes, Turner jamais comandou a
riqueza e o poder de um verdadeiro mestre da mídia. Turner pode
ter decidido: se não pode vencê-los,
junte-se a eles. Se a TBS se fundir com a Time Warner, Levin será
o chefe de Turner, e a CNN, a única
rival nas redes de notícias, cairá sob completo
controle judaico.
Viacom, Inc., chefiada por Sumner
Redstone (nascido Murray Rothstein), é a
terceira maior megacorporação da mídia no país,
com rendas de mais de $10 bilhões
por ano. Viacom, que produz e distribui programas de TV para as três
maiores redes, é dona de 12 estações
de TV e 12 estações de rádio. Ela produz filmes através
da Paramount Pictures, chefiada pela judia
Sherry Lansing.
Sua divisão editoral
inclui Prentice Hall, Simon & Schuster, e Pocket Books. Distribui
vídeos através de mais de 4 mil lojas Blockbuster. Também
está envolvida em transmissão
a satélite, parques temáticos, e video games.
A fama principal da Viacom,
entretanto, é como a maior provedora de programas a
cabo do mundo, através dos seus Showtime, MTV, Nickelodeon, e outras
redes. Desde 1989, a MTV tem adquirido porções
cada vez maiores da audência televisiva
juvenil. Redstone, que na verdade é dono de 76 porcento das ações
da Viacom ($3 bilhões), oferece Beavis
e Butthead como modelos para os jovens e é a maior fonte de
propaganda pela mistura de raças para adolescentes e pré-adolescentes
brancos nos EUA e na Europa. A MTV coloca
seu rock racialmente misturado e vídeos de rap em
210 milhões de lares em 71 países, e é a influência
"cultural" dominante sobre os adolescentes
brancos pelo mundo.
Nickelodeon tem de longe a maior
fatia da audiência de TV de crianças de 4 a 10 anos
nos Estados Unidos, e está se expandindo rapidamente na Europa.
A maioria dos seus programas ainda não
exibe a degeneração clara que é a marca registrada
da MTV, mas Redstone está gradualmente
empurrando os programas apresentados aos seus
espectadores infantis em direção ao mesmo veneno apresentado
pela MTV.
Com os três principais
conglomerados da mídia, e de longe os maiores, nas mãos dos
judeus, é difícil acreditar que tal nível impressionante
de controle veio sem um esforço deliberado
e concentrado de sua parte.
E as outras grandes companhias da mídia?
A número quatro da lista
é a News Corporation, de Rupert Murdoch, que é dona da
Fox Television Network e da 20th Century Fox Films. Murdoch é um
gentio, mas Peter Chernin, que chefia o estúdio
de cinema de Murdoch e também supervisiona sua
produção televisiva, é judeu.
A número cinco é
a japonesa Sony Corporation, cuja subsidiária norte-americana, Sony
Corporation of America, é administrada por Michael Schulhof, judeu.
Alan J.
Levine, outro judeu, lidera
da divisão Sony Pictures. A maioria das companhias de televisão
e de produção de filmes que não são controladas
pelas maiores corporações também são controladas
por judeus. Por exemplo, a New World Entertainment, proclamada por um analista
da mídia como "a estreante produtora de programas de TV independente
nos Estados Unidos" é propriedade de Ronald Perelman, um judeu que
também é dono dos cosméticos Revlon. O presidente
da New World, Brandon Tartikoff (ex-chefe da programação
de entretenimento da NBC), também é judeu.
A mais conhecida das pequenas
companhias da mídia, DreamWorks SKG, é um
assunto estritamente kosher. DreamWorks foi fundada em 1994 com grande
faltório da mídia pelo magnara
da indústria fonográfica David Geffen, pelo ex-presidente
da Disney Pictures Jeffrey Katzenberg, e
pelo diretor de cinema Steven Spielberg, sendo que os três são
judeus. A companhia produz filmes, desenhos animados, programas de TV,
e música. Considerando o dinheiro e as conexões que
Geffen, Katzenberg, e Spielberg tem, DreamWorks pode logo estar na
mesma frente que as três grandes.
Duas outras grandes companhias,
MCA e Universal Pictures, são, as duas, propriedade das Seagram
Company, Ltd. O presidente e diretor administrativo da Seagram, a gigante
do licor, é Edgar Bronfman, Jr., que também é presidente
do Congresso Mundial Judaico.
É bem conhecido que os
judeus controlaram a produção e distribuição
de filmes desde os princípios da indústria
cinematográfica nas primeiras décadas deste século.
Isto se mantém hoje.
Filmes produzidos pelas cinco
maiores companhias cinematográficas mencionadas
acima - Disney, Warner Brothers, Sony, Paramount (Viacom), e Universal
(Seagram) - são responsáveis
por 74 por cento do total das bilheterias neste ano, até o momento
(agosto de 1995).
As três grandes na transmissão
de televisão eram a ABC, a CBS, e a NBC. Com a
consolidação dos impérios da mídias, estas
três não são mais entidades independentes.
Enquanto elas eram independentes, entretanto, cada uma fora controlada
por um judeu desde o começo: ABC por
Leonard Goldenson, CBS primeiro por William Paley e
depois por Laurence Tisch, e NBC primeiro por David Sarnoff e depois pelo
seu filho Robert. Durante um período de várias décadas
o pessoal destas redes era, de cima até embaixo, composto de judeus,
e a networks were staffed from top to bottom with Jews, and
the essential Jewishness of network television did not change when the
networks were absorbed by other corporations. A presença judaica
nos noticiários da TV continua particularmente forte.
Conforme o que está escrito
acima, ABC é parte da Disney Company de Eisner, e os
produtores executivos dos programas de notícias da ABC são
todos judeus: Victor S. Neufeld (20-20),
Bob Reichbloom (Good Morning America), e Rick Kaplan (World News
Tonight).
A CBS foi comprada recentemente
pela Westinghouse Electric Corporation. Ainda
assim, o homem apontado por Laurence Tisch, Eric Ober, continua presidente
da CBS News, e Ober é judeu..
Na NBC, agora propriedade da
General Electric, o presidente da NBC News
Andrew Lack é judeu, como o são os produtores executivos
Jeff Zucker (Today), Jeff Gralnick (NBC Nightly News), e Neal Shapiro (Dateline).
A Mídia Impressa
Depois dos noticiários
da TV, os jornais diários são o meio de informação
mais influente nos Estados Unidos.
Sessenta milhões deles são vendidos (e presumivelmente
lidos) diariamente. Estes milhões estão divididos entre aproximadamente
1.500 publicações diferentes.
Poderíamos concluir que o próprio número de jornais
diferentes através do país
iria prover uma salvaguarda contra controle e distorção por
parte de uma minoria. Infelizmente, não
é isto o que acontece. Existe menos independência,
menos competição, e bem menos representação
dos interesses da maioria do que o observador
casual iria pensar.
Os dias quando a maioria das
cidades e até vilarejos tinham vários jornais de donos
diferentes, publicados por habitantes do local com laços próximos
com a comunidade se fora. Hoje, a maioria
dos jornais "locais" é propriedade de um número relativamente
pequeno de grande companhias controladas por executivos que vivem e trabalham
a centenas ou até a milhares de quilômetros
de distância. O fato é que apenas 25% dos
1.500 jornais do país são independentes; o resto pertence
a cadeias de vários jornais. Apenas
100 do total tem circulações maiores que 100.000. Apenas
um ínfimo número é grande
o suficiente para manter pessoal jornalístico fora de suas
comunidades; e o resto precisa depender destes
poucos para todas as suas notícias nacionais e
internacionais.
Em apenas 50 cidades dos Estados
Unidos existe mais de um jornal diário, e a
competição entre eles é freqüentemente nominal,
com as edições da manhã e da tarde
sendo do mesmo dono. Exemplos disso ocorrem em Huntsville, Alabama, pela
manhã News e à tarde Times;
em Birmingham, Alabama, pela manhã Post Herald e à tarde
News; em Mobile, Alabama, pela manhã Register e à tarde Press;
em Springfield, Massachusetts, pela manhã
Union, à tarde News, e o Republican, apenas aos
domingos; em Syracuse, New York, pela manhã Post-Standard e à
tarde Herald-Journal; todos propriedade dos irmãos judeus Newhouse
através de sua companhia Advance Publications.
O império da mídia
dos Newhouse nos dá um exemplo da falta de competição
real entre os jornais diários dos
Estados Unidos; e também ilustra o apetite insaciável que
os judeus demonstram de conseguir todos os
órgãos de controle de opinião que for
possível. Os Newhouses são donos de 26 jornais diários,
incluindo vários grandes e importantes,
como o Cleveland Plain Dealer, o Newark Star-Ledger, e o New Orleans
Times-Picayune; o maior conglomerado editorial de livros da nação,
Random House, com todas as suas subsidiárias;
Newhouse Broadcasting, consistindo de 12 estações de
TV e 87 sistemas de TV a cabo, incluindo algumas das maiores redes a cabo
do país; o suplemento dominical Parade,
com uma circulação de mais de 22 milhões de cópias
por semana; cerca de duas dúzidas
de grandes revistas, incluindo New Yorker, Vogue,
Mademoiselle, Glamour, Vanity Fair, Bride's, Gentlemen's Quarterly, Self,
House & Garden, e todas as outras revistas
do grupo Conde Nast, que também são inteiramente
propriedade dos Newhouse.